sexta-feira, 29 de abril de 2011

Um dia Lindo

Impressões, sensações, emoções, se instauram dentro do peito.

A alegria de uma surpresa...
A felicidade de um encontro...
A emoção de estar contigo...

 
Quando vamos ficando mais velhos, começamos a dar importância para coisas que passavam despercebidas outrora.

 
Um abraço apertado...
Um sorriso rosado...
Um beijo encantado...
Alguém que possa sempre estar ao seu lado

Felicidade

Uma vida para felicidade...

A felicidade está atrelada a uma série de coisas, uma vasta gama de variáveis estão envolvidas nessa sensação.
Ela pode estar em um momento muito simples...
Um sorriso estampado num rosto...
Ou simplesmente em uma forma dengosa de falar te adoro
A procura pela felicidade é tema de livros, revistas, filmes, etc.

Alguns ganham muito dinheiro navegando nesse tema, outros, simplesmente sofrem na busca...

Mas digo a você, no meu caso, a felicidade está atrelada a uma pesssoa muito especial da  minha vida.

Deixo o refrão de uma musica:

Foi o seu olhar
O que me encantou
Quero um pouco mais
Desse seu amor...

Feliz, muitooo feliz

A TEIA DA MINHA VIDA


Essa semana, por um impulso e um ato errado de divulgar esse blog, tive vontade de excluir. Está grade “besteira” que foi criada por mim em um ato insano de infantilidade...

Confesso que nunca mais havia tido a vontade de colocar nada aqui e, algumas vezes, tive até vergonha deste espaço que criei por se tratar de algo tão adolescente.

Mas hoje, quando acordei e olhei para o meu lado e não vi nada, percebi que a minha vida tem sido de uma adolescente. A mesma casa, o mesmo quarto, o mesmo armário... e ninguém, ninguém ao meu lado.

Quero mudanças! Quero uma casa diferente, um quarto diferente... UMA VIDA DIFERENTE.

Minha vida se tornou um clichê, me sinto nas páginas daquelas “fotonovelas” (aff, isso é antigo vai denunciar minha idade...rs), bregas, onde a “mocinha” só chorava, só sofria, só vivia aquele mundinho de 24, 25 páginas, na mão de algum vilão.

Não quero que minha vida se transforme nessa fotonovela brega. Quero uma vida sem lágrimas, sem sofrimento, quero uma vida feliz. Quero uma vida de sucesso. Quero uma história!

Quero ser a atriz principal, não quero ser a coadjuvante.
Não quero ser a taça, quero ser o vinho.

Fecho este post com as palavras de Clarice:

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É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo dentro do mundo de que vivo.

terça-feira, 5 de abril de 2011

A vida se vai em um instante...


Acho que ele deveria entender que a vida se vai em um instante...
Quando pensamos que podemos deixá-la de lado,
Vem o tempo mostrando que não há tempo,
Vem a noite e passa o dia, semanas se sucedem,
E quando nos damos conta, mais um ano acabou.

E agora?
Que fazer do parque que não conhecemos?
Do filho que não vimos crescer?
Do amor que deixamos morrer?
Da saúde que destruímos de qualquer maneira?
Do amor que mal vimos desabrochar e morreu?

O que fazer do tempo que não temos?
Sim, porque sempre é um corre-corre ou uma apatia total, fazemos ou não fazemos o que queremos,
Geralmente fazemos mal feito, não aproveitamos...

Aproveite esse tempo e ame com intensidade, ainda que o medo mande você maneirar.
Estude com prazer, ainda que a matéria seja chata.
Ande por contentamento, caminhe na chuva e sinta o sol, seja intenso, vibrante, forte, cheio de certezas, ainda que não saiba por onde ir...

E, porque a vida é um instante,
Seja eterno.
O prazer é viver esse momento,
Que deixarão de ser parte de um dia,
Para ser inesquecível.

Te amo não diz tudo



O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama.


Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.


Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.


A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?


Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.


Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho".


Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato".


Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.


Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.

A Magia da Comunicação




Havia um cego que pedia esmola numa rua qualquer da cidade.
Todos os dias, um escritor passava por ele, sempre de manhã e à noite.
Em todas as ocasiões, deixava alguns trocados no chapéu.
O cego segurava um cartaz com a seguinte frase:
"Cego de nascimento. Uma esmola, por favor."
Certa manhã, o escritor teve uma idéia: virou o letreiro do cego ao contrário e escreveu outra frase.
Ao passar de volta, perguntou ao cego como tinha sido o seu dia.
O cego, muito contente, respondeu:
"Até parece mentira, mas hoje foi extraordinário! Todos que passavam por mim deixavam alguma coisa. Afinal, o que é que você escreveu no letreiro?"
O escritor tinha escrito uma frase breve, mas que mexia com todos os que passavam...
A frase era:
"Em breve chegará a primavera e eu não poderei vê-la."
Eu queria que "ele" aprendesse essa lição que a maioria das vezes não importa o que você diz, mas como você o faz.
Por isso, tome cuidado ao falar com as pessoas!
Fale com o coração!
Você será mais bem compreendido...
Esta é a magia da comunicação!

Tempo de começar



Todo dia é um novo desafio a vencer. Desafios que, aos olhos de muitos, podem parecer tão simples e, para outros, tão complexos e insuperáveis.

Cada desafio nos ajuda a valorizar a nossa condição de humanos...
Aceitar que temos direito a errar, aprender e superar - sem deixar que a luta diária se torne uma prisão.

Dinheiro não é tudo na vida e nem tudo tem preço.

É preciso resgatar a família e, de verdade, dedicar o tempo de que precisam nossos filhos, irmãos, esposas, maridos, mães, pais, avós...

Resgatar a verdadeira amizade, essa que não morre nunca, porque não tem compromisso nem laços e surge livre e espontânea, sem pedir nem exigir nada.

Resgatar a confiança das pessoas.
Acreditar na palavra...
Cultivar e propagar a honestidade.

Exigir o que é justo, fazer valer os seus direitos e respeitar os direitos dos outros.

Nunca foi tão necessário voltar a acreditar...

E não é só falar:
É preciso assumir o compromisso pessoal de espalhar na sociedade um vírus e ver se, duma vez por todas, conseguimos uma mudança real para o Brasil que deixaremos aos nossos filhos e netos. Sabemos que o tempo é curto. Então é tempo de começar.
Li, esse textou hoje pela manhã e me descreveu perfeitamente o que deve passar pela cabeça "dele".

"Amar é sempre ser vulnerável. Ame qualquer coisa e certamente seu coração vai doer e talvez se partir. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto , você não deve entregá-lo á ninguém , nem mesmo a um animal. Envolva o cuidadosamente em seus hobbies e pequenos luxos, evite qualquer envolvimento, guarde o na segurança do esquife de seu egoísmo. Mas nesse esquife – seguro , sem movimento , sem ar – ele vai mudar. Ele não vai se partir – vai tornar se indestrutível, impenetrável , irredimível. A alternativa a uma tragédia ou pelo menos ao risco de uma tragédia é a condenação. O único lugar além do céu onde se pode estar perfeitamente a salvo de todos os riscos e pertubações do amor é o inferno".

C S Lewis

AMAR



Procure me amar quando eu menos merecer, porque é quando eu mais preciso

Falamos à beça de amor. Apesar das nossas singularidades, temos pelo menos esse desejo em comum: queremos amar e ser amados. Amados, de preferência, com o requinte da incondicionalidade. Na celebração das nossas conquistas e na constatação dos nossos fracassos. No apogeu do nosso vigor e no tempo do nosso abatimento. No momento da nossa alegria e no alvorecer da nossa dor. Na prática das nossas virtudes e no embaraço das nossas falhas. Mas não é preciso viver muito para percebermos nos nossos gestos e nos alheios que não é assim que costuma acontecer.

Temos facilidade para amar o outro nos seus tempos de harmonia. Quando realiza. Quando progride. Quando sua vida está organizada e seu coração está contente. Quando não há inabilidade alguma na nossa relação. Quando ele não nos desconcerta. Quando não denuncia a nossa própria limitação. A nossa própria confusão. A nossa própria dor. Fácil amar o outro aparentemente pronto. Aparentemente inteiro. Aparentemente estável. Que quando sofre não faz ruído algum.

Fácil amar aqueles que parecem ter criado, ao longo da vida, um tipo de máscara que lhes permite ter a mesma cara quando o time ganha e quando o cachorro morre. Fácil amar quem não demonstra experimentar aqueles sentimentos que parecem politicamente incorretos nos outros, embora costumem ser justificáveis em nós. Fácil amar quando somos ouvidos mais do que nos permitimos ouvir. Fácil amar aqueles que vivem noites terríveis, mas na manhã seguinte se apresentam sem olheiras, a maquiagem perfeita, a barba atualizada.

É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. Nos cafés, após o cinema, quando se pode filosofar sobre o enredo e as personagens com fluência, um bom cappuccino e pão de queijo quentinho. Nos corredores dos shoppings, quando se divide os novos sonhos de consumo, imediato ou futuro. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nos encontros erotizados, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.

Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. E fala o tempo todo do seu drama com a mesma mágoa. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando até a própria alma parece haver se retirado.

Difícil é amar quando já não encontramos motivos que justifiquem o nosso amor, acostumados que estamos a achar que o amor precisa estar sempre acompanhado de explicação. Difícil amar quando parece existir somente apesar de. Quando a dor do outro é tão intensa que a gente não sabe o que fazer para ajudar. Quando a sombra se revela e a noite se apresenta muito longa. Quando o frio é tão medonho que nem os prazeres mais legítimos oferecem algum calor. Quando ele parece ter desistido principalmente dele próprio.

Difícil é amar quando o outro nos inquieta. Quando os seus medos denunciam os nossos e põem em risco o propósito que muitas vezes alimentamos de não demonstrar fragilidade. Quando a exibição das suas dores expõe, de alguma forma, também as nossas, as conhecidas e as anônimas. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, para caminhar ao seu encontro.

Difícil é amar quando o outro repete o filme incontáveis vezes e a gente não aguenta mais a trilha sonora. Quando se enreda nos vícios da forma mais grosseira e caminha pela vida como uma estrela doída que ignora o próprio brilho. Quando se tranca na própria tristeza com o aparente conforto de quem passa um feriadão à beira-mar. Quando sua autoestima chega a um nível tão lastimável que, com sutileza ou não, afasta as pessoas que acreditam nele. Quando parece que nós também estamos incluídos nesse grupo.

Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja o tempo em que o outro mais precise se sentir amado. Para entender, basta abrirmos os olhos para dentro e lembrar das fases em que, por mais que quiséssemos, também não conseguíamos nos amar. A empatia pode ser uma grande aliada do amor.