As vezes nos mostramos muito fortes diante de diversidades, as coisas acontecem e as conseqüências são inexplicáveis, eu procuro um futuro bom, um futuro onde eu seja protagonista e vilã da minha própria história, onde eu possa aprender com meus próprios erros, onde eu possa aprender a conviver com problemas, onde eu possa ser a rainha do meu castelo.
Na maioria das vezes eu sou muito afobada para determinadas coisas, amo sem medida e sinto ódio na mesma proporção em que aprendo a amar.
Tenho muitas faces, mas a principal é a de uma menina frágil que se faz de durona para aprender a lhe dar com os “problemas”, a menina que sofre por uma perda irreparável, a menina que chora em uma cena boba de um filme, a menina que tem um sorriso fácil e que “cativa” as pessoas.
As vezes eu quero me esconder em um mundo preto e branco, sem luz, sem pessoas falando, sem futilidades, só com a música minha companheira fiel.
Sinto-me tão só, mesmo rodeada de amigos e família, me sinto tão bem com muito pouco, me sinto como se um dia tudo fosse acabar e no fim só restarei EU.
Projetos, planos, sonhos que eu vejo se cumprindo e em determinados momentos de fraqueza tudo some como num passe de mágica são nesses momentos de fraqueza que eu gostaria de não existir, de sumir, de jogar tudo para ar e me libertar..mas me libertar de que ? No final das contas nem sei de que tanto tenho medo, o que tanto me assusta e me apavora. Ou eu finjo não saber





